Associativismo no varejo: união que gera lucro

Em momentos de adversidade e alta competitividade, muitos varejistas buscam caminhos para se manterem no mercado e seguirem crescendo. E esse desafio não é pequeno. Em ambientes com grande número de empresas brigando pela mesma fatia de mercado e pelo bolso dos consumidores, “tornar-se” grande é uma das estratégias para construir o poder de fogo que o mercado exige. E um canal para isso acontecer sem se perder a independência do negócio, é buscar as redes de cooperação e associações

Pode parecer recente, mas existe indícios de redes de cooperação desde o início do século passado, na Holanda, como forma de se reconstruir um mercado assolado pela Primeira Grande Guerra. Atualmente, as redes de cooperação ajudam as pequenas empresas a, juntas, construírem estratégias e caminhos para terem acesso a produtos e serviços inacessíveis aos seus portes e, com isso, conseguirem serem competitivas com as grandes corporações.

No âmbito do varejo, por exemplo, é possível atuar com capacitações conjuntas, negociações com grandes indústrias, missão para feiras e varejo, eventos de divulgação das marcas, etc. Ou seja, diversas ações que fortalecem o grupo de empresas envolvidas, com investimento dividido no grande grupo e resultados positivos que agregam valor ao negócio e ao setor.

O Consultor Bonsai, Rômulo Tevah, participou da Semana Global do Empreendedorismo, a convite da Câmara Indústria e Comércio da cidade de Canoas, no Rio Grande do Sul. Na ocasião, palestrou sobre Associativismo.

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